quarta-feira, 15 de abril de 2020

Ansiedade





Olá a todos!

Hoje venho falar-vos um pouco sobre a ansiedade e como é possível gerir este estado emocional, que cada vez mais ganha proporções preocupantes.




Todos nós temos momentos de ansiedade e isso é normal.

Agora, quando estes momentos passam a ser um estado constante e até mesmo debilitante, aí sim, podemos dizer que se torna de certo modo patológico. E infelizmente, cada vez mais, enfrentamos um consumo excessivo de ansiolíticos e antidepressivos químicos. Substancias essas, que a serem usadas só deveriam ser por períodos relativamente curtos, pois provocam dependências graves e alterações químicas, que podem ser prejudiciais a longo prazo. 

O stress é, sem dúvida, o maior factor causal da ansiedade. Segundo autores, o stress é o estado gerado pela percepção de estímulos, que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, disparam um processo de adaptação caracterizado, entre outras alterações, pelo aumento da secreção de adrenalina, produzindo diversas manifestações sistémicas com distúrbios quer a nível fisiológico, quer a nível psicológico. 
Se a resposta ao stress gerar activação fisiológica frequente e duradoura ou intensa, pode precipitar um esgotamento dos recursos do sujeito com o aparecimento de transtornos psicofisiológicos diversos, entre eles a ansiedade.



É possível observar-se numa pessoa que vivencia um quadro de emoção alterada, uma série de mudanças, que vai desde uma alteração de actividade eléctrica nos músculos faciais e no cérebro até alterações no sistema circulatório e respiratório. 
Emoções como o medo, o desespero e a sensação de que nada funciona bem foi ligado à produção de substâncias neuro-químicas que podem reduzir a resposta imune e promover o processo de envelhecimento.
Já, por outro lado, os neurotransmissores criados por emoções positivas à vida, fortalecem o sistema imunitário e retardam o processo de envelhecimento. Os pensamentos positivos recorrentes podem ter um efeito a longo prazo no nosso bem estar. 


Esta tomada de consciência, a meu ver, passa a ser um importante mecanismo na gestão destas emoções e consequentemente no nosso estado de ansiedade.

Obviamente que tudo isto é um processo, não se consegue de um dia para o outro e muitas vezes precisamos de apoio.


Em Naturopatia conseguimos auxiliar na consulta através de algumas terapêuticas, que se complementam e dão ao organismo o que ele precisa para se reequilibrar.  



Temos na fitoterapia plantas excepcionais que ajudam a pessoa a ganhar uma maior resistência ao stress, que conseguem elevar os níveis de alguns neurotransmissores relacionados com o bem-estar e isso torna-se um grande aliado. 
Posso enumerar alguns exemplos de plantas que considero muito interessantes, como por exemplo:  o Ginseng indiano ou também conhecido por Ashawagandha (Withania somnifera), a Passiflora (Passiflora incarnata) ou até mesmo a Lavanda (Lavandula angustifólia). Para mim são excelentes exemplos de plantas que nos ajudam nos estados de ansiedade e numa melhor gestão das emoções.


Mas hoje vou também falar-vos de uma terapêutica complementar que não utilizava e que com o tempo me fui rendendo aos resultados maravilhosos que tenho conseguido - inclusivé comigo própria, sim porque não sou imune a estados de ansiedade - que é a terapia floral, mais propriamente os florais quânticos.


A terapia floral é vibracional, que se baseia em princípios biofísicos, pois visa equilibrar o organismo sob o ponto de vista energético, trazendo-o para uma condição de harmonia e bem-estar. Os florais harmonizam traumas e factores emocionais que impedem a cura física devolvendo a paz e aliviando os sofrimentos de forma não invasiva.



Quando falo em florais quânticos para além da essência vibracional, que vai entrar em ressonância com tecidos, órgãos e sistemas, falo também na terapia frequencial, em que vai modelar o padrão frequencial de cada um, ou seja, vai introduzir uma informação que altera o padrão frequencial do átomo, restituindo assim o equilíbrio dos órgãos.
Sabemos que ainda há alguma descrença dos efeitos dos florais, apesar dos resultados já obtidos e da comprovação científica. O efeito placebo também mencionado por alguns é descartado por estudos feitos em animais que são desprovidos de elementos neurofisiologicos, que poderiam levar à auto-sugestão.


Assim, o meu objectivo é, sem dúvida, ajudar na tomada de consciência e informar de opções bem mais naturais e com resultados sólidos e acima de tudo sem dependências ou efeitos secundários indesejados.

Fiquem bem!



Fontes:
Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul vol.25  suppl.1 Porto Alegre Apr. 2003
https://www.revistasaudequantica.com.br/Revistas/130-Revista-saude-quantica---15-edicao/