Olá a todos!
Em Naturopatia privilegiamos vários aspectos do ser humano para que este possa ter qualidade de vida. Um deles é, sem dúvida, o sono.
E agora pergunto-vos: Sabiam que o sono interfere também no sistema imunitário? E como vai a qualidade do vosso sono? Já pensaram nisso?
Não é o meu objectivo estar aqui a descrever detalhadamente as várias fases do sono. Sabemos que este é dividido em 2 fases principais (sono REM e sono não-REM) e que o sono não-REM é dividido em 4 estágios. Este vai evoluindo em ciclos que podem durar cerca de 90 minutos.
Agora, o importante é saberem que durante estes ciclos, acontecem várias reações fisiológicas, de forma a se poder manter uma certa homeostasia, como por exemplo: a libertação da hormona do crescimento, uma redução na actividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, eliminação de radicais livres, consolidação da memória, aumento e activação dos linfócitos T (células imunitárias importantes no combate a agentes patogénicos), entre outras.
Aliás, em relação ao sistema imunitário, um estudo veio mostrar que o sono tem o potencial de aumentar a eficácia da resposta das células T (segundo a autora Dra. Luciana Besedovsky, investigadora do Instituto de Psicologia Médica e Neurobiologia Comportamental da Universidade de Tübingen, na Alemanha).
A diminuição do sono tem consequências como: alterar o metabolismo, aumentar a secreção da proteína C reactiva, interleucina (IL)-6 e o factor de necrose tumoral (TNF) - tornando-se assim um factor de risco às doenças inflamatórias e metabólicas de caracter crónico.
Um outro aspecto importante a mencionar tem a ver com a alteração do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, que também mencionei acima.
A actividade deste eixo, que implica libertação de hormonas, como o cortisol e adrenalina, é intensificada para nos preparar a enfrentar situações de stress. É vital que este sistema seja activado quando necessário, agora é igualmente muito importante, que depois da situação estar controlada, a actividade deste eixo seja desactivada. E aqui reside o problema para a maioria das pessoas, ou seja, como vivem em constante stress, vão ter alterados os níveis de cortisol e adrenalina ao longo do dia, o que em última instância vai prejudicar a qualidade do sono e do sistema imunitário.
Assim, vale a pena começarmos todos a adoptar estratégias para melhorarmos ainda mais a qualidade do nosso sono.
Deixo-vos aqui algumas sugestões, principalmente para aqueles que já perceberam que não têm um sono reparador:
Bons sonhos!
Fiquem bem
Aliás, em relação ao sistema imunitário, um estudo veio mostrar que o sono tem o potencial de aumentar a eficácia da resposta das células T (segundo a autora Dra. Luciana Besedovsky, investigadora do Instituto de Psicologia Médica e Neurobiologia Comportamental da Universidade de Tübingen, na Alemanha).
A diminuição do sono tem consequências como: alterar o metabolismo, aumentar a secreção da proteína C reactiva, interleucina (IL)-6 e o factor de necrose tumoral (TNF) - tornando-se assim um factor de risco às doenças inflamatórias e metabólicas de caracter crónico.
Um outro aspecto importante a mencionar tem a ver com a alteração do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, que também mencionei acima.
A actividade deste eixo, que implica libertação de hormonas, como o cortisol e adrenalina, é intensificada para nos preparar a enfrentar situações de stress. É vital que este sistema seja activado quando necessário, agora é igualmente muito importante, que depois da situação estar controlada, a actividade deste eixo seja desactivada. E aqui reside o problema para a maioria das pessoas, ou seja, como vivem em constante stress, vão ter alterados os níveis de cortisol e adrenalina ao longo do dia, o que em última instância vai prejudicar a qualidade do sono e do sistema imunitário.
Assim, vale a pena começarmos todos a adoptar estratégias para melhorarmos ainda mais a qualidade do nosso sono.
Deixo-vos aqui algumas sugestões, principalmente para aqueles que já perceberam que não têm um sono reparador:
- Começar a planear a sua hora de deitar, respeitando sempre que possível
- Evitar aparelhos electrónicos (computador, telemóvel, televisão) pelo menos 1h antes de deitar
- Criar um hábito de relaxamento antes de deitar (por exemplo: fazer respirações profundas, que podemos optimizar com a aplicação de um óleo essencial -Lavandula angustifólia- na almofada ou no peito.
- Não fazer grandes refeições antes de deitar (o jantar deve ser pelo menos 3h antes da hora de deitar)
Bons sonhos!
Fiquem bem
Fontes:
http://www.scielo.br/pdf/rbp/v29s1/a07v20s1.pdf
https://europepmc.org/article/med/29983013
http://www.sci-news.com/medicine/sleep-immune-cells-06913.html


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